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Lançado em 1953, Fahrenheit 451 é um romance distópico atemporal. Escrito por Ray Bradbury, Fahrenheit 451, que é a temperatura que o papel incinera, conta a história de Guy Montag, um bombeiro que nessa realidade tem como função queimar livros. É proibida a posse e principalmente a leitura destes. Após anos cumprindo sua tarefa, Montag começa a se perguntar o que há nos livros para serem tão subversivos. Diante desse questionamento é instigado a ler um livro, iniciando a sua jornada insurgente. Nesse universo, Televisões interativas estão presentes e ligadas em todas as casas durante o dia inteiro, entretenimento por toda parte, as pessoas têm pavor de livros, utilizam da leitura apenas para montar um aparelho ou ler a programação da TV.  Fahrenheit 451, além de trazer a importância da leitura e a persistência daqueles que acreditam no conhecimento como força transformadora, nos faz indagar sobre o lugar da palavra escrita em tempos no qual TV’s e redes sociais dizimam nosso tempo. Crítico e instigante, Fahrenheit 451 é a leitura mais indicada, quando temos a ameaça de uma menor circulação de livros na nossa realidade. Fica a Dica!